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O zinco é um mineral crucial, que é vital para muitas reações químicas que procedem no corpo. Está presente em mais de 300 enzimas, interfere na função de certos hormônios e é vital para a síntese de proteínas, proliferação e bom exercício do sistema imunológico.

De acordo com a nutricionista Thais Souza, da Rede Mundo Verde, o zinco é vital para a distinção das células do sistema imunológico, que difere os linfócitos, que avistam invasor em células que combatem e removem.

No entanto, a carência de zinco está agregada, a uma grande sensibilidade às infecções virai. Pois, interfere na manutenção da função imune e na síntese das imunoglobulinas.

De acordo com a especialista, o zinco faz um papel vital na procriação, que é preciso para maturação, ovulação e produção do esperma e fecundação. A falta de zinco pode levar à impotência nos homens e redução do desejo sexual em mulheres.

Aliás, a falta de zinco é prejudicial também à digestão e ao paladar. Resultando em diminuição do paladar, diminuição do apetite e a ingestão alimentar vai ser prejudicada. O zinco também desempenha um papel vital no processo de digestão, pois ajuda a produzir ácido clorídrico.

Além de formar muitas enzimas envoltas na digestão dos alimentos. Este mineral também está envolvido na formação de uma enzima cuja instabilidade pode levar a distúrbios de atenção.

Pois, quando há falta de zinco, podem ocorrer sinais como redução de memória, convulsões e concentração. Em deficiências mais graves, podem ocorrer distúrbios comportamentais.

O zinco é vital para o apto desenvolvimento e crescimento de crianças, e sua falta pode levar à redução da atividade motora, do progresso cognitivo e da massa óssea - afirma Thais. A seguir, veja alguns Benefícios do Zinco para a saúde!

Os Benefícios do Zinco para a saúde

Ajuda a tratar a acne

Estudos citam o zinco como um importante aliado no tratamento da acne. Nesse contexto, a vantagem do nutriente é sobretudo seu potencial anti inflamatório. De acordo com as pesquisas, as pessoas com acne tendem a ter níveis de zinco mais inferiores do que o normal.

Promover a cicatrização de feridas

Os suplementos de zinco também podem impulsionar a cicatrização de feridas, o que foi demonstrado em estudos. Aliás, pesquisas têm demonstrado, até, que o consumo de minerais pode promover a cicatrização de úlceras nos pés de pacientes diabéticos com efeitos importantes.

Reduzir o risco de inflamação

O zinco também tem sido ligado a um risco reduzido de inflamação, pois traz o estresse oxidativo e a redução dos níveis de certas proteínas inflamatórias do corpo. Notavelmente, o estresse oxidativo pode levar à inflamação crônica, que pode levar a doenças como transtornos mentais, hipertensão e câncer.

Melhorar a imunidade

O uso de zinco está direito ligado ao acréscimo da imunidade. Por exemplo, de acordo com pesquisas, a ingestão diária de zinco pode diminuir as chances de gripe comum em mais de 30%. Mais amplamente, estudos sugerem que a suplementação de zinco diminui o risco de infecção e traz respostas imunes em adultos mais velhos.

Ajuda a combater a depressão

Buscar a ingestão adaptada de zinco também é uma forma de combater a depressão. Mas, é claro que o zinco sozinho não trata esse transtorno mental, mas em combinação com outros tratamentos pode ser um auxiliar essencial. Pesquisas revelam que a suplementação diária de zinco pode auxiliar na diminuição dos sintomas principais da depressão.

O zinco e a saúde

  • Pele e unhas: o nutriente vital para a cicatrização e a produção de colágeno, uma proteína que sustenta a pele, está ligado a manter a pele saudável. Além disso, sua falta pode causar má cicatrização, lesões na pele, manchas brancas nas unhas, acne, e muito mais problemas. No entanto, tem efeito antioxidante, por isso está ligado à prevenção do envelhecimento prematuro da pele.
  • Osteoporose: o zinco traz uma alta na atividade da vitamina D, que é vital para a produção óssea. No entanto, a falta de zinco durante o desenvolvimento prejudica a acumulação de massa óssea e eleva também o risco de osteoporose, pois causa uma diminuição importante da massa óssea.
  • Diabetes: o zinco é uma parte da insulina, sendo um regulador de sua atividade. O zinco impulsiona a insulina a se ligar a receptores na membrana celular, facilitando assim a entrada de glicose na célula.

Os alimentos ricos em zinco

Ao buscar alimentos ricos em zinco, considere a proteína. Ele é rico em porco, fígado, carnes e aves (especialmente carne escura), frutos do mar (sobretudo as ostras) e ovos. No entanto, outras que também são boas fontes, são eles o gérmen de trigo, queijos, feijões e nozes.

Além disso, nestes alimentos ele tem menos absorção do que nas carnes. Você pode achar maior quantidade de zinco na água potável. Aliás, as amêndoas são uma ótima opção para vegetarianos.

Esse grupo de pessoas pode ter falta deste mineral devido à falta de carne no cardápio diário. Cerca de 100 gramas de amêndoas fornecendo cerca de 6 mg de zinco.

De quanto você necessita?

A ingestão diária aconselhada para adultos é de 15 mg. Doses mais altas costumam ser usadas para queixas específicas, como perda de apetite, pois o zinco também age direito no metabolismo.

No entanto, o exagero desse mineral também não é bom para sua saúde. Mais de 100 mg por dia podem prejudicar a imunidade a longo prazo. Do mesmo modo, pode intervir na absorção de cobre, adquirindo à anemia e uma série de complicações.

O que pode causar a falta de zinco?

A falta do mineral que age como antioxidante no corpo pode levar à infecções frequentes, anemia, perda de peso inexplicável, envelhecimento prematuro, mudanças na fertilidade e problemas neurológicos. Aliás, as crianças com deficiência de zinco podem ter seu desenvolvimento atrasado devido à falta desse mineral.

Grupos de risco

Os vegetarianos, grávidas, pessoas que tomam remédios anti hipertensivos, omeprazol e diuréticos ou que fazem hemodiálise frequente possui grande probabilidade de desenvolver deficiência de zinco.

Assim, pode ser devido aos baixos níveis de ingestão de zinco por meio da alimentação ou devido à difícil absorção do mineral. O uso de medicamentos e o estado de saúde são fatores decisivos.

Quais são os sintomas?

A falta de zinco nem sempre é silenciosa, e os sinais podem aparecer antes mesmo dos exames laboratoriais de rotina. Como esse mineral é um elemento essencial de muitos sistemas e órgãos, a falta dele no organismo pode levar aos seguintes sintomas:

  • Diarreia,
  • Letargia,
  • Queda de cabelo,
  • Redução de paladar e olfato,
  • Vômito,
  • Unhas fracas.

Atenção: para um diagnóstico certo dos seus sintomas e um tratamento seguro e eficaz, busque a orientação do seu médico.

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